Você acha que há "índios demais para pouca terra"?
Que eles "atrasam o desenvolvimento do país" ou que "são tutelados pelo estado"?
Conheça esses e outros mitos sobre os indígenas nesta apresentação. Clique aqui.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Noções de saúde e doença, parte 2
Caros participantes,
nesse link, você encontra três obras que abordam a questão da saúde e da doença entre as populações ameríndias. Clique aqui.
nesse link, você encontra três obras que abordam a questão da saúde e da doença entre as populações ameríndias. Clique aqui.
Noções de saúde e doença
Caros participantes,
assistam ao documentário "Vacina do Sapo" para debatermos noções de saúde e doença entre as populações ameríndias.
assistam ao documentário "Vacina do Sapo" para debatermos noções de saúde e doença entre as populações ameríndias.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Navegar é preciso: novo livro
Caros participantes,
temos mais um livro para a nossa bibliografia!
Cliquem aqui para descarregar "Quebrando preconceitos: subsídios para o ensino das culturas e histórias dos povos indígenas", de Célia Collet, Mariana Paladino e Kelly Russo.
Boa leitura!
temos mais um livro para a nossa bibliografia!
Cliquem aqui para descarregar "Quebrando preconceitos: subsídios para o ensino das culturas e histórias dos povos indígenas", de Célia Collet, Mariana Paladino e Kelly Russo.
Boa leitura!
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Se ligue na data
Agenda das próximas oficinas:
9 de julho (quinta - manhã)
7 de agosto (sexta - manhã)
11 de setembro (sexta - manhã)
9 de julho (quinta - manhã)
7 de agosto (sexta - manhã)
11 de setembro (sexta - manhã)
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Navegar é preciso: livros
Clique para baixar o arquivo dos livros para o seu computador:
A temática indígena na escola
Economia selvagem
Educação como exercício da diversidade
Educação na diversidade
A temática indígena na escola
Economia selvagem
Educação como exercício da diversidade
Educação na diversidade
Navegar é preciso: filmes online
A Internet é também fonte de filmes interessantes sobre o tema história e cultura indígena. Confira:
As hiper mulheres
Apocalypto
Terra Vermelha
As hiper mulheres
Apocalypto
Terra Vermelha
Navegar é preciso: Links para consultas
Caros participantes,
uma seleção de links imperdíveis para quem quer trabalhar com a temática na escola e em sala de aula. Boa navegação!
Fundação Nacional do Índio (Funai)
Povos Indígenas do Brasil
Página do Melatti
Daniel Munduruku
Vídeo nas aldeias
uma seleção de links imperdíveis para quem quer trabalhar com a temática na escola e em sala de aula. Boa navegação!
Fundação Nacional do Índio (Funai)
Povos Indígenas do Brasil
Página do Melatti
Daniel Munduruku
Vídeo nas aldeias
Avaliação inicial
O preenchimento deste questionário é muito importante para nós. A partir das informações, aqui registradas, a equipe da Comunicação Interativa – Cipó, poderá realizar um trabalho que atenda às suas expectativas e principais demandas, contribuindo para o seu processo formativo.
Para preencher, clique aqui.
Para preencher, clique aqui.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Atividade 2 - 08 de maio
Prezadas (os) Professoras (es);
para a atividade desta sexta, 08 de maio, leiam o texto indicado no link abaixo:
Os processos próprios de ensino e aprendizagem na escola indígena.
E assistam o vídeo Uma escola Yawanawa:
para a atividade desta sexta, 08 de maio, leiam o texto indicado no link abaixo:
Os processos próprios de ensino e aprendizagem na escola indígena.
E assistam o vídeo Uma escola Yawanawa:
Sobre o projeto
O cenário político-educacional atual é bastante propício para as discussões sobre as questões negras e indígenas, principalmente porque se refere a um período pós-implementação da Lei 11.645/2008, que torna obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos estabelecimentos de ensinos fundamental e médio (BRASIL, 2008). Esta lei altera a Lei nº 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN e modifica a Lei nº 10.639/03, que incluía no currículo oficial da rede de ensino, apenas a História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (BRASIL, 2003).
Concomitante a isso, os povos indígenas vêm ocupando novos papéis e novos patamares no contexto social, desde a sua inserção nas universidades, como na produção literária e de materiais paradidáticos, como os elaborados por Gersem Baniwa, Daniel Munduruku, Ailton Krenac, Eliana Potiguara, dentre outros; além de produções epistemológicas que servem como base referencial na formação de professores.
A lei 11.645/08 sem dúvida é um ganho importante dentro das políticas educacionais, principalmente se considerada que essa inclusão no currículo oficial de ensino sempre foi uma discussão recorrente dos movimentos negros e indígenas, ambos engajados na luta por uma educação plural que respeite à diversidade e combata as diferentes formas de preconceito. A implementação dessa política pública educacional tem dado mais visibilidade às populações negras e indígenas que foram historicamente silenciadas no espaço escolar, incluindo os inegáveis avanços que tiveram alguns livros didáticos na abordagem de vários aspectos das culturas indígenas, a fim de orientar professores de escolas não-indígenas no tratamento da temática.
Associada a tal conjuntura, se faz mister a formação continuada de professores para a inserção de conteúdos referentes à temática indígena no currículo oficial de ensino, como expressa a lei, sendo um meio possível para subsidiar novas práticas pedagógicas e a mudança de postura e atitude por parte dos docentes para desmistificar e problematizar as informações e os preconceitos associados a esses povos.
No ano de 2014, a secretaria de educação de Dias D´Ávila deu um passo importante na discussão dessas questões, ao demandar ao COFIC uma formação sobre o tema. A formação foi avaliada como bem-sucedida no debate de tais temas, tanto que nova demanda surgiu, dessa vez com a solicitação de aprofundar os temas ligados às populações indígenas.
A proposta apresentada neste projeto consiste em realizar uma formação com carga horária de 20 horas presenciais e 20 horas à distância, distribuídas em cinco encontros – um por mês – de quatro horas cada e quatro horas online, de acordo com a agenda de cada professor. Os professores participantes receberão uma senha de acesso a um portal de Ensino à Distância, onde acompanharão conteúdos extras e participarão de discussões online. Esse ambiente online permitirá que o curso se estenda além das quatro horas em sala, se tornando mais dinâmico e abrindo espaço para mais conteúdo e interação.
Concomitante a isso, os povos indígenas vêm ocupando novos papéis e novos patamares no contexto social, desde a sua inserção nas universidades, como na produção literária e de materiais paradidáticos, como os elaborados por Gersem Baniwa, Daniel Munduruku, Ailton Krenac, Eliana Potiguara, dentre outros; além de produções epistemológicas que servem como base referencial na formação de professores.
A lei 11.645/08 sem dúvida é um ganho importante dentro das políticas educacionais, principalmente se considerada que essa inclusão no currículo oficial de ensino sempre foi uma discussão recorrente dos movimentos negros e indígenas, ambos engajados na luta por uma educação plural que respeite à diversidade e combata as diferentes formas de preconceito. A implementação dessa política pública educacional tem dado mais visibilidade às populações negras e indígenas que foram historicamente silenciadas no espaço escolar, incluindo os inegáveis avanços que tiveram alguns livros didáticos na abordagem de vários aspectos das culturas indígenas, a fim de orientar professores de escolas não-indígenas no tratamento da temática.
Associada a tal conjuntura, se faz mister a formação continuada de professores para a inserção de conteúdos referentes à temática indígena no currículo oficial de ensino, como expressa a lei, sendo um meio possível para subsidiar novas práticas pedagógicas e a mudança de postura e atitude por parte dos docentes para desmistificar e problematizar as informações e os preconceitos associados a esses povos.
No ano de 2014, a secretaria de educação de Dias D´Ávila deu um passo importante na discussão dessas questões, ao demandar ao COFIC uma formação sobre o tema. A formação foi avaliada como bem-sucedida no debate de tais temas, tanto que nova demanda surgiu, dessa vez com a solicitação de aprofundar os temas ligados às populações indígenas.
A proposta apresentada neste projeto consiste em realizar uma formação com carga horária de 20 horas presenciais e 20 horas à distância, distribuídas em cinco encontros – um por mês – de quatro horas cada e quatro horas online, de acordo com a agenda de cada professor. Os professores participantes receberão uma senha de acesso a um portal de Ensino à Distância, onde acompanharão conteúdos extras e participarão de discussões online. Esse ambiente online permitirá que o curso se estenda além das quatro horas em sala, se tornando mais dinâmico e abrindo espaço para mais conteúdo e interação.
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